O que acontecerá após a temporada de furacões?

 

Em sendo tão poderosos como são, não é surpreendente que os furacões após chegarem à terra firme causem todos os tipos de dano e destruição. E quando vão embora encontraremos um enorme rastro de devastação que, normalmente, exige uma completa reconstrução. Após o furacão, milhares de toneladas de todos os tipos de produtos precisam ser substituídos, arrumados e reciclados.

 

O furacão "Harvey", que devastou as principais cidades do Estado do Texas no final de agosto, já teve um grande impacto sobre os recicladores devido à substancial sucata gerada pelas

 

famílias, empresas e marinhas afetadas. Não mencionando os resíduos orgânicos que aumentaram razoavelmente à medida que centenas de árvores foram desarraigadas através da rota de Harvey.

 

Logo após Harvey, o furacão "Irma" que atingiu a costa oeste da Flórida no último domingo foi intitulado "um furacão com intensidade e extensão sem precedentes sobre o Atlântico" pelo USA Weather Office, deixado por trás de milhares de barcos esmagados, veículos inundados, casas, edifícios, pontes, móveis, eletroeletrônicos e eletrodomésticos que precisarão ser derrubados e destruídos, gerando uma enorme quantidade de sucata.

 

Outra questão relevante é a reconstrução do trabalho de grandes volumes de metal, concreto e outros bens de construção, comumente transportados por navios de carga. No entanto, o fornecimento de todos os tipos de materiais está sofrendo um grande desafio logístico no Texas e na Flórida, especialmente porque os navios precisam permanecer em segurança e porque os três principais portos de carga no Texas foram afetados, bem como o Porto de Tampa Bay, o maior porto de frete do estado da Flórida, sofreu danos.

 

No entanto, o furacão "José" ainda está para vir e mostrar a sua força, e depois de José, onze outros furacões devem aparecer antes da temporada terminar.

 

Atrás de toda a tragédia e sofrimento em milhões, a reciclagem, pelo menos, acelerará um pouco o tratamento adequado para a sucata e a reconstrução.

A Geração de Lixo caiu no Brasil

 

A geração de lixo no Brasil reduziu 2,04% em 2016 na comparação com 2015, segundo o Panorama do Resíduos Sólidos, divulgado no último dia 31 de agosto pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais - ABRELPE. Ano passado foram gerados 78,3 milhões de toneladas de resíduos sólidos, contra 79,89 milhões em 2015.

 

A redução na geração dos resíduos infelizmente nada tem a ver com a conscientização ambiental da população, mas à crise econômica que o país enfrentou, afetando diretamente o poder de consumo dos Brasileiros.

 

Um dos poucos índices que não caíram e permaneceram estáveis foi o da coleta seletiva, quando em 2015 estava presente em 69,3% dos municípios, e 2016 passou a estar presente em 69,6% dos municípios.

Um dos poucos índices que não caíram e permaneceram estáveis foi o da coleta seletiva, quando em 2015 estava presente em 69,3% dos municípios, e 2016 passou a estar presente em 69,6% dos municípios.

A contaminação  de micro-plásticos na água de torneiras.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A contaminação através de micro-plásticos foi encontrada na água de torneiras em países de todo o mundo, levando os cientistas a pesquisas urgentes sobre as implicações para a saúde deste tipo de contaminação.

Amostras de água de torneira de mais de uma dúzia de países foram analisadas por cientistas que compartilharam as descobertas com o jornal Britânico "The Guardian", em 6 de setembro último. No geral, 83% das amostras foram contaminadas com fibras plásticas.

 

Os EUA tiveram a maior taxa de contaminação em suas amostras com assustadores 94%, em edifícios que incluem o Congresso Nacional, a sede da Agência de Proteção Ambiental dos EUA e Trump Tower em Nova York. Líbano e Índia tiveram as taxas mais próximas.

 

As nações europeias, incluindo o Reino Unido, a Alemanha e a França, tiveram a menor taxa de contaminação, mas mesmo assim, com índices de 72%. O número médio de fibras encontradas em cada amostra de 500 ml variou de 4,8 nos EUA para 1,9 na Europa.

Estas análises indicam uma abundante quantidade de contaminação micro plástica no meio ambiente como um todo. Trabalhos anteriores focavam a poluição plástica nos oceanos, o que nos sugere o consumo de micro plásticos através de frutos do mar e peixes contaminados.

 

A escala de contaminação por micro plástico está apenas começando a se tornar clara, quando estudos recentes na Alemanha encontraram fragmentos de fibras de plástico em todas as 24 marcas de cerveja analisadas, bem como em marcas de mel e açúcar.

 

Como os microplasticos acabam por beber água é por enquanto um mistério, mas a atmosfera é uma fonte óbvia, com fibras derramadas pelo desgaste e roupa todos os dias de roupas e tapetes. Os secadores de roupa são outra fonte potencial, com quase 80% dos domicílios dos EUA com secadores que costumam respirar ao ar livre.

 

As fibras plásticas também podem ser lavadas em sistemas de água, com um estudo recente descobrindo que cada ciclo de uma máquina de lavar roupa poderia liberar 700 mil fibras no meio ambiente. As chuvas também podem varrer a poluição microplástica, o que poderia explicar por que os poços domésticos utilizados na Indonésia estavam contaminados.

 

Quase 300 milhões de toneladas de plástico são produzidos a cada ano e, e apenas 20% são reciclados ou incinerados, o que significa que quase tudo acabam com o ar, terra e mar. Um relatório em julho deste ano descobriu que 8,3 bilhões de toneladas de plástico foram produzidas desde a década de 1950, portanto, é completamente aterrador aprender o volume de plástico não tratado nos últimos 67 anos.

 

Os cientistas dizem que as análises da água da torneira levantam uma bandeira vermelha, mas são necessárias mais investigações para encontrar as fontes de contaminação e avaliar os possíveis impactos na saúde.

 

Não há dúvidas de que os plásticos são muito úteis, mas o gerenciamento de descarte deve ser drasticamente melhorado.

Estre Ambiental se funde a grupo americano e terá ações na Nasdaq

 

A americana Boulevard Acquisition Corporation e a brasileira Estre Ambiental, maior empresa de gestão de resíduos no Brasil e América Latina, anunciaram no último dia 17 de agosto a associação entre as duas empresas, que resultará na abertura

de capital da Estre Ambiental na Nasdaq, prevendo uma captação inicial de aproximadamente US$ 1,1 bilhão.

 

De acordo com o comunicado, a operação pressupõe um múltiplo de 7,7 vezes o resultado operacional (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização - Ebitda) ajustado estimado para 2018

 

A Estre atende mais de 31 milhões de pessoas diariamente, em sete estados brasileiros, onde cerca de 50% da população brasileira está concentrada. A empresa, que deve gerar uma receita de US$ 466 milhões e Ebitda ajustado de aproximadamente US$ 132 milhões em 2017, é especializada na coleta, tratamento e disposição final de resíduos não perigosos e perigosos para clientes municipais, industriais e comerciais.

 

Suas operações concentradas em 13 aterros sanitários destinam adequadamente seis milhões de toneladas de resíduos por ano. A empresa também deve adicionar cinco novos aterros às suas operações nos próximos anos. Conta também com duas instalações de geração de energia através do biogás, com capacidade instalada de cerca de 14 MW e potencial de geração de 80 MW, além de três instalações de tratamento de resíduos perigosos e resíduos de serviços de saúde.

 

FONTE: Ivo Ribeiro / Valor

Embalagens Plásticas

 

A Fundação Oceano Azul de Lisboa, lançou neste último mês a campanha “O que não acaba no lixo acaba no mar", e ressaltou que o plástico é o maior vilão da poluição marinha, chegando a compor até 80% de todo o lixo nos oceanos. Ainda segundo a Fundação Portuguesa, milhões de toneladas de plástico chegam no mar todos os anos, impactando os ecossistemas marinhos, matando peixes e mamíferos aquáticos.

 

Os números mais recentes da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) apontam que um milhão de aves e 100 mil mamíferos marinhos morrem anualmente devido a contaminação por plástico.

 

Já os dados das principais indústrias de embalagens plásticas mostram que a produção deste tipo de recipiente, apenas entre os anos de 2014 e 2017, representa a mesma quantidade de embalagens plásticas produzidas desde que o plástico foi inventado até o ano de 2014, ou seja, há cerca de 100 anos.

 

Outro dado alarmante para todo o meio ambiente aponta que algo entre 500 bilhões e 1 trilhão de sacolas plásticas são consumidas em todo o mundo anualmente. Apenas no Brasil, cerca de 1,5 milhão de sacolinhas de plástico são distribuídas por hora.

 

O consumo excessivo de sacolas plásticas tem um alto custo ambiental já desde a sua produção, quando são consumidos petróleo, gás natural, água e energia, e depois de usadas, ao descarta-las de maneira incorreta, aumentando a poluição e ajudando a entupir bueiros que escoam as águas das chuvas ou indo parar nas matas e oceanos, sendo ingeridas por animais que morrem sufocados ou presos nelas.

 

As sacolas plásticas são motivo de enorme debate internacional. Seu consumo exagerado tem causado situações assustadoras. Na África do Sul, por exemplo, há tantas espalhadas pelas cidades, matas e rodovias que passaram a ser chamadas de "flor nacional", tamanha a quantidade vista em gramados, jardins e florestas. Na Índia, centenas de vacas morrem todos os anos ao ingerirem sacos plásticos. Milhares de tartarugas confundem as sacolas plásticas que chegam aos oceanos com águas-vivas, sua fonte básica de alimento, e

morrem sufocadas. Já os norte-americanos jogam fora pelo menos 100 bilhões de sacolas plásticas por ano, o que significa o desperdício de 12 milhões de galões de petróleo.

 

Porém, bons exemplos também podem ser encontrados em países como a Irlanda, onde foi instituída a cobrança pelas sacolas plásticas em 2002. Desde então, o consumo de sacolas plásticas caiu em 97%. Na China, a distribuição gratuita de sacolas plásticas foi proibida a partir de 2008: eram 3 bilhões de sacolas consumidas por dia! Na Austrália, os varejistas assinaram o programa do governo para banir as sacolas plásticas e já houve queda de 90% no consumo. Em 2007, os comerciantes de São Francisco, na Califórnia, foram obrigados por lei a banir as sacolas plásticas comuns.

 

A solução ambiental para as sacolas e outras embalagens plásticas envolve, necessariamente, a mudança de hábitos, uso consciente, reutilização, correto descarte e, antes de tudo, a redução drástica de seu consumo. Só diminuiremos os impactos ambientais das embalagens plásticas quando diminuirmos sua presença em nosso dia a dia e na natureza. Esta redução será facilitada quando alternativas para o descarte de lixo surgirem, especialmente a instituição da coleta seletiva em todos os municípios brasileiros e da compostagem, que permitirá a correta destinação dos materiais recicláveis e dos resíduos orgânicos.

 

Na Feira e no Fórum Waste Expo Brasil 2017, que acontece entre 21 e 23 de novembro no Centro de Eventos Pro Magno em São Paulo, você poderá conhecer novas tecnologias e serviços para aproveitar as embalagens plástica pós consumo.

Contagem Regressiva

 

Há pouco mais de 3 meses para o seu início, a Waste Expo Brasil consagra-se como o único evento em todo o país totalmente dedicado à gestão integrada dos resíduos sólidos, ao tratamento de sucatas, a reciclagem, a compostagem, a limpeza pública urbana e a recuperação energética através dos resíduos.

 

As mais representativas empresas globais e do Brasil vão expor máquinas, equipamentos, veículos, tecnologias e serviços essenciais para toda a cadeia dos resíduos sólidos, que vai desde a coleta, passando pelo transporte, separação, tratamento, reciclagem, compactação, até o destino final

adequado, seja em um aterro sanitário controlado ou em uma planta de recuperação energética (W-t-E), o que, auxilia o país resolver dois grandes problemas; o correto descarte do lixo e a diversificação da matriz energética.

 

A Waste Expo Brasil 2017 acontece de 21 a 23 de novembro em São Paulo e traz uma ampla, variada e atualizada agenda técnica que será apresentada durante a feira e no Fórum Internacional Waste Expo Brasil. Especialistas, professores, técnicos e autoridades nacionais e de outros países irão apresentar e discutir temas relevantes para nossa sociedade, nosso meio ambiente e o futuro sustentável de nossas empresas e casas.

Focados nos Gestores Públicos Municipais

 

Com o auxílio do Governo Federal, através do Ministério do Meio Ambiente e do Ministério das Cidades, da Caixa Econômica Federal, do BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, do Banco Desenvolve SP e do Sebrae Nacional, assim como, os importantes apoios do BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento, da ANAMMA –

 Associação Nacional dos Órgãos Municipais de Meio Ambiente e da FNP – Frente Nacional dos Prefeitos, o Fórum Internacional Waste Expo Brasil 2017 trará administradores públicos de todas as regiões do país, para que tenham a oportunidade de conhecer o que há de mais avançado nestes temas para os seus municípios, ao mesmo tempo em que poderão trocar informações com renomados técnicos e especialistas, e ainda, consultar a forma mais adequada de financiamento para os seus projetos.

Novidades

 

A Informação é uma das chaves para garantirmos o sucesso, e o acesso a essa informação estará disponível durante a Waste Expo Brasil! Este ano três importantes associações nacionais e representativas em seus segmentos vão administrar seus próprios congressos dentro da Waste Expo Brasil 2017.

 

  • Dia 21 de novembro, das 9h30 às 12h30, a ABRELPE – Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais organiza a “Oficina ABRELPE de Soluções: a Economia Circular na Prática da Gestão de Resíduos Sólidos”. A ABRELPE é a principal e a mais antiga entidade do setor no país. Através dos seus associados, representa cerca de 70% de toda coleta, transporte, tratamento e destino final dos resíduos sólidos no Brasil. Anualmente publica o “Panorama dos Resíduos Sólidos do Brasil”, que há anos é a mais importante fonte de informação sobre o setor.

 

 

 

 

  • Dia 22 de novembro, das 8h00 às 12h00, o GAIA – Grupo de Aplicação Interdisciplinar à Aprendizagem vai organizar um seminário dedicado a capacitação e ao treinamento profissional, técnico e financeiro para cooperativas de catadores, recicladores e centrais de triagens mecanizadas. A GAIA é uma entidade sem fins lucrativos, baseada no município de Campinas e atuante em todo o país. Através da GAIA centenas de cooperativas de catadores conseguiram se organizar, aperfeiçoar seus trabalhos, modernizar suas instalações e capacitar os cooperados.

 

  • Dia 23 de novembro, das 8h00 às 12h00, a ANAP – Associação Nacional dos Aparistas de Papel vai organizar um workshop especifico para um dos segmentos mais importantes em toda a cadeia dos resíduos, que são as aparas de papel. A ANAP abrirá espaço para uma ampla reflexão sobre como se desenvolve o processo de reciclagem de papel e papelão em suas diversas etapas, analisando o mercado e realizando a perspectiva do setor para os próximos anos.

 

Anote na sua agenda e programe-se para visitar o melhor e o mais completo evento de toda a cadeia de resíduos sólidos no país!

Conheça nossos expositores!

 

A Doppstadt é um dos principais fabricantes mundiais de máquinas para processamento de todos os tipos de biocombustíveis, resíduos e materiais para reciclagem, contribuindo para a preservação do meio ambiente através dos seus equipamentos comercializados em mais de 40 países.

CLIQUE AQUI para ver os produtos Doppstadt  que vão estar demonstração na Waste Expo Brasil 2017

Boa Notícia!

 

O SINDINESFA - Sindicato do Comércio Atacadista de Sucata Ferrosa e Não Ferrosa do Estado de São Paulo, e o INESFA - Instituto Nacional das Empresas de Preparação de Sucata Não Ferrosa e de Ferro e Aço, renovam a importante parceria com a Waste Expo Brasil, e vão estar presentes com seu habitual e convidativo estande para receber associados, convidados e representantes do comércio atacadista de resíduos e sucatas metálicas.

fonte:  https://vimeo.com/103801887

O paraíso da reciclagem ainda não é aqui:

 

A União Europeia recentemente determinou que todos os seus países membros reciclem 50% de todo o lixo produzido até 2020, aumentando gradativamente a quantidade até 65% em 2030. Embora esta meta pareça utópica para a grande maioria das pessoas e para os governantes de muitos países, os Suecos já conseguem reciclar e reaproveitar quase todo o lixo que produzem.

Na Suécia a reciclagem é feita de forma tão eficiente, que desde 2011 o país se tornou líder mundial em tratamento de resíduos sólidos e na recuperação energética, destinando menos de 1% do lixo gerado para os aterros sanitários. O restante, cerca de 4,4 milhões de toneladas anuais de resíduos é dividido igualmente, sendo uma parte destinada para a reciclagem para que retorne a cadeia produtiva, e a outra parte é enviada como matéria prima para geração de energia (Waste to Energy ou W-t-E).

A geração de energia através dos resíduos na Suécia é levada muito a sério e feita através de incineração em 32 usinas

espalhadas pelo país, que produzem energia e aquecimento para residências, comércio e indústria.

Hoje, algumas destas plantas de tratamento de resíduos e geração de energia têm capacidade ociosa, e, portanto, o governo as autorizou que importassem lixo de outros países Europeus, como Reino Unido, Irlanda, Itália e Noruega. Neste contexto ganham os países exportadores que não têm como dar o tratamento adequado ao seu resíduo e o enxerga como um problema; e ganha a Suécia, que vê no resíduo uma importante matéria prima, produz mais energia limpa e poupa seus recursos naturais.

O tratamento de resíduos e sua história de sucesso na Suécia não é recente. A primeira planta de incineração foi inaugurada em 1904, e, em 1940 a construção de mais plantas permitiram que o gás gerado através da queima aquecesse as residências e gerasse energia para a indústria. A partir de 1970 e com uma maior quantidade de usinas térmicas, o país se tornou autossuficiente em energia e deixou de depender de combustíveis fosseis, como o petróleo, o carvão e o gás natural.

No contra-ponto da Suécia, o Brasil ainda destina cerca de 58% dos seus residuos para aterros sanitários, 39% para aterros minimamente controlados, ou pior, para lixões a céu aberto. Ou seja, apenas 3% dos quase 80 milhões de toneladas de resíduos gerados anualmente no Brasil são reciclados, e o sistema de incineração de lixo ainda não é utilizado para gerar eletricidade em larga escala.

Portanto, o Brasil da sustentabilidade, da tecnologia verde e da geração de energia limpa tem um longo e trabalhoso caminho a percorrer.

O que, se por um lado é bastante desafiador, por outro lado, é encorajador para aqueles que acreditam no potencial, na geração de riqueza e no crescimento deste país.

 

Abraços à todos,

Jesus Gomes

Ministro Bruno Araújo

Ministério das Cidades confirma apoio a Waste Expo Brasil

 

O Ministério das Cidades através do Ministro Bruno Araújo reforça a importância da Waste Expo Brasil ao confirmar o apoio do ministério ao principal evento comercial e com amplo conteúdo técnico dedicado a Geração de Energia Limpa, ao Tratamento dos Resíduos e a Limpeza Pública.

 

O Ministro Bruno Araújo ressaltou no último dia 8 de Março a importância e a qualidade do evento ao confirmar seu apoio e a participação do Ministério das Cidades na Waste Expo Brasil 2017. Segundo o Ministro Bruno Araújo, um conteúdo técnico bem organizado como o do Fórum Internacional é muito importante para a capacitação de gestores e autoridades municipais de todo o país, assim como a apresentação de tecnologias, equipamentos e máquinas de vários países é fundamental para que técnicos e especialistas tenham acesso ao que existe de moderno atualmente.

Abertura da Waste Expo Brasil 2016

Waste Expo Brasil 2017 acontece de 21 a 23 de novembro no Centro de Eventos Pro Magno em São Paulo das 13h00 às 20h00.

 

A Waste Expo Brasil é um evento de caráter comercial, e com amplo conteúdo técnico, a Waste Expo Brasil tratará especificamente sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos, a Limpeza Urbana e a Recuperação Energética através dos Resíduos. Já contamos com o apoio do Governo Federal do Brasil, através do Ministério do Meio Ambiente, do Ministério das Cidades e do BNDES, através das Ilustres figuras do Sr. Ministro José Sarney Filho, do Sr. Ministro Bruno Araújo e da Sra. Presidente Maria Silvia Marques, já confirmados para a abertura oficial.